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terça-feira, 9 de fevereiro de 2021

Ensino Híbrido: Personalização e Tecnologia na Educação

 


Ensino híbrido: personalização e tecnologia da educação é um livro feito por professores para professores. Resultado das reflexões dos participantes do Grupo de Experimentações em Ensino Híbrido desenvolvido pelo Instituto Península e pela Fundação Lemann, este livro apresentar aos educadores possibilidades de integração das tecnologias digitais ao currículo escolar, de forma a alcançar uma série de benefícios no dia a dia da sala de aula, como maior engajamento dos alunos no aprendizado e melhor aproveitamento do tempo do professor para momentos de personalização do ensino por meio de intervenções efetivas.

Link para o livro


terça-feira, 26 de janeiro de 2021

sexta-feira, 6 de novembro de 2020

SBPC Cultural | Apresentação Teatral "Chico Jararaca"

Chico Jararaca (Francisco Nicácio Sobrinho) nasceu no Seridó Potiguar e foi um cangaceiro do bando de Antônio Silvino (anterior ao de Lampião) que perambulou pela caatinga nordestina no início do século passado, fugindo de volantes e sobrevivendo de assaltos. Suas histórias povoam o imaginário do povo sertanejo e dão conta da enorme complexidade que foi o cangaço. Sua vida, durante e depois ao cangaço, foi marcada por aperreios, crenças, fantasias, saudades, perdas, boas correrias e uma preocupação diária com o uso consciente da água. O público terá a oportunidade de vivenciar o universo deste cangaceiro que sempre afirmou que nunca matou ninguém.. FICHA TÉCNICA: – Texto: Francisco Félix (inspirado em “Nunca matei ninguém!” de Carlos Lyra e “O fogo da pedreira: a saga do ataque da polícia ao bando de Antônio Silvino em Caicó” de Orlando Rodrigues – Direção: Lourival Andrade – Elenco: Alexandre Muniz e Emanuel Bonequeiro – Cenário, figurino e iluminação: Custódio Jacinto – Trilha Sonora: Coletivo Trapiá – Execução de Trilha Sonora: Emanuel Bonequeiro – Maquiagem: Bruno César – Instrutor de rabeca: Luciano Silvério – Preparador vocal: Jonas Linhares – Autor do cordel/programa: Djalma Mota – Diagramação cordel/programa: Agostinho Francisco dos Santos – Arte da capa/xilogravura: Custódio Jacinto – Fotografias: Jefferson Dutra e João Paulo Medeiros – Produtora: Tatiane Fernandes/Mapa Realizações Culturais

segunda-feira, 12 de outubro de 2020

Quem foi que disse que a jornada pela vida seria fácil?

 Não pense que a vida vai ser fácil para sempre. Todos os dias quando Acordamos e percebemos que há sempre um novo desafio nessa jornada que chamamos de vida.

 A jornada se torna ele um pouco mais perigosa Porque encontramos no meio do caminho algumas pedras que fazem com quem em algum momento venhamos a cair. Por isso não devemos ter medo das Quedas, elas fazem parte do processo.

 Mas Digamos que no meio do processo você se confronto com desafio muito maior ou muito pior do que uma simples Pedrinha. É necessário lembrar que diante de algo mais obstinado e desafiador devemos ter uma preparação anterior para prevenir esse tipo de perigo.

 Não será apenas jogando pedras que conseguiremos vencer os maiores desafios que a nossa vida impõe, afinal de contas não estamos sozinhos nessa estrada ou nessas feridas que em alguns instantes podem levar a lugares obscuros na floresta da nossa vida.

 Não queremos ser os grandes heróis de nós mesmos, queremos sim tomar as rédeas do processo que envolve a continuação  do viver.

 Em alguns momentos iremos chorar em outros iremos nos alegrar mas de qualquer maneira iremos evidenciar os nossos sentimentos que estão enraizados ou nascendo dentro da nossa mente.

 Se Queremos nos relacionar bem com todas as pessoas que estão nessa mesma caminhada é necessário treinar a mente para alguns acontecimentos neste percurso. Claro que não será um treinamento perfeito, não teremos a mais pura e verdadeira sabedoria. Visto que todos nós cometemos falhas, temos fraquezas Pode ser que se torna difícil perceber Quais são as reais qualidades do nosso coração e na nossa mente.